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Vilanova Artigas

Vilanova Artigas

Casas paulistas 1967-1981

Marcio Cotrim
São Paulo,  Romano Guerra,  [2017],  304 p.

O projeto propõe a publicação de livro sobre a produção arquitetônica do arquiteto João Batista Vilanova Artigas (1915-1985), com especial atenção sobre a produção de residências unifamiliares circunscrita no período de 1967-1981, que exemplificam a conformação do modelo da “casa paulista” adotada por importantes arquitetos de São Paulo. O livro reunirá desenhos originais e fotografias de época acervados na Universidade de São Paulo e em coleções particulares dos clientes do arquiteto, conformando uma iconografia fundamental para a história da arquitetura brasileira do século 20 e, em especial para a história cultural do Estado São Paulo.
O livro se origina da tese de doutorado defendida com em julho 2008 na Universidade Politécnica da Catalunha, de autoria de Marcio Cotrim e sob a orientação dos professores Fernando Alvarez Prozorovich (Espanha) e Abilio Guerra (Brasil), que assinam a apresentação do livro, onde pode ser ler o seguinte:
“Evitando mecanismos apriorísticos, o autor trabalhou com uma grande quantidade de material original do período analisado disponível no arquivo de Vilanova Artigas, visitou e experimentou suas casas, conversou com seus proprietários e recolheu valiosos depoimentos. Além disso, realizou um trabalho de análise metodologicamente impecável no qual se destacou o interesse pela obra e a necessidade de revelar o modus operandi do autor, buscando recordar o ‘muito no pouco’, como diz o poema de Fernando Pessoa citado pelo próprio Artigas em seu texto O desenho, de 1967. E devemos reconhecer que não é tarefa fácil o desafio de analisar obras e projetos estilisticamente tão diferentes como as casas Elza Berquó, José Mário Taques Bittencourt III, Ariosto Martirani, Alfred Günther Domschke, Juvenal Juvêncio, Elias Calil Cury ou José Vieitas Neto. Na confrontação com a doxa arquitetônica de sua época, expressada pela jovem crítica brasileira desencantada frente aos dogmas modernos reinantes, Artigas parece eleger dar um passo atrás, talvez para não ficar completamente isolado”.
 

Marcio Cotrim , Arquiteto, mestre e doutor pela Universidade Politécnica da Catalunha, professor adjunto do curso de arquitetura da UFPB, onde coordena o Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo (mestrado e doutorado).

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